
Certo homem tinha dois filhos.
O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres.
Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades.
Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos.
E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada. clic em leia mais para continuar a leitura
Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.
Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés;
trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.
Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças; e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.
Mas ele se indignou e não queria entrar. Saiu então o pai e instava com ele.
Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos; vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.
Quantas vezes o Senhor permite que passemos por situações difíceis, mas sempre com o objectivo de nos aproximarmos dele. Quanto triste deve ser andar longe da casa do Pai!!! No início, nem deve ser tão doloroso assim, mas quando nos começa a faltar a Palavra de Deus nosso alimento diário, sem o qual o Espírito Santo não nos pode saciar, então aí, é quando procuramos comer o que nos vem à mão, nem que seja a comida dos porcos, que é a comida do mundo, o que o mundo oferece, com seus atractivos que são passageiros. Mas Deus, que nunca nos desampara, está esperando, por um sinal da nossa parte, um sinal de fé, de arrependimento, um sinal que demonstre que não podemos passar sem ele e que desejamos voltar a usufruir da boa comida que o Pai tem em sua casa, no aconchego da Palavra da Vida.
Volta para Deus.
O FILHO PRÓDIGO
AS PROMESSAS DE DEUS

Deus sempre cumpre as suas promessas.
A Bíblia diz em 2 Coríntios 1:19-20 “Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim. Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio.” continua ...
Deus nunca se retrata ou altera as suas promessas.
A Bíblia diz em Salmos 89:34 “Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.”
As promessas de Deus nunca falham.
A Bíblia diz em Josué 23:14 “Eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós sabeis em vossos corações e em vossas almas que não tem falhado uma só palavra de todas as boas coisas que a vosso respeito falou o Senhor vosso Deus; nenhuma delas falhou, mas todas se cumpriram.”
Deus nos deu a promessa de vida eterna.
A Biblia diz em I John 2:25 “E esta é a promessa que ele nos dá, a vida eterna.”
Deus pode fazer o impossível.
A Bíblia diz em Lucas 18:27 “Respondeu-lhes: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.”
Deus deu-nos a promessa de novos corações e de novos desejos.
A Bíblia diz em Ezequiel 36:26 “Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.”
Ele prometeu-nos perdão.
A Bíblia diz em1 João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Ele prometeu os frutos do Espírito Santo.
A Bíblia diz em Gálatas 5:22-23 “Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. A mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.”
Ele prometeu nos libertar do medo.
A Bíblia diz em Salmos 34:4 “Busquei ao Senhor, e ele me respondeu, e de todos os meus temores me livrou.”
Deus prometeu salvação para os nossos filhos.
A Bíblia diz em Isaías 49:25 “Porque eu contenderei com os que contendem contigo, e os teus filhos eu salvarei.”
Temos a promessa do Espírito Santo.
A Bíblia diz em Lucas 11:13 “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades.
A Bíblia diz em Filipenses 4:19 “Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus.”
Deus não nos negará o que é bom para nós.
A Bíblia diz em Salmos 84:11 “Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão.”
Ele promete-nos sabedoria.
A Bíblia diz em Tiago 1:5 “Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada.”
Deus nos promete paz.
A Bíblia diz em Isaías 26:3 “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.”
Deus promete livrar-nos da tentação.
A Bíblia diz em 1 Coríntios 10:13 “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.”
Temos a promessa de saúde e cura.
A Bíblia diz em Jeremias 30:17 “Pois te restaurarei a saúde e te sararei as feridas, diz o Senhor; porque te chamaram a repudiada, dizendo: É Sião, à qual já ninguém procura.”
Deus nos promete protecção de mal e perigo.
A Bíblia diz em Salmos 91:10 “Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.”
A Bíblia promete que os mortos viverão de novo.
A Bíblia diz em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”
Jesus prometeu que voltará.
A Bíblia diz em João 14:2-3 “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”
Ele nos promete por fim à morte, à tristeza e à dor.
A Bíblia diz em Apocalipse 21:4 “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.”
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ELA CORREU PARA JESUS
Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal. Marcos 5:25-29 continua ...
Esta mulher depois de padecer durante muitos anos com uma doença sem cura, um dia alguém lhe falou de Jesus.· Ela sofreu durante doze anos;· Gastou tudo quanto tinha com os médicos;· Os médicos não descobriram a doença dela;· Ouviu falar de Jesus;· Correu para Ele.Certamente esta mulher sofria muito. Não só por causa da doença que tinha, mas porque estava muito desgastada psicologicamente. Ela via o tempo a passar e a sua doença sempre presente, sem sinais de cura. Estar doente anos a fio deve ser muito complicado. Para agravar a situação, a doença dela privava-a de conviver com outras pessoas, isto significa que ela para além de doente, estava também isolada da sociedade. Viu também todas as suas economias gastas em médicos que não resolveram a sua situação. Diz a bíblia que ela gastou tudo quanto tinha. Uma vez li numa versão que ela gastou toda a sua fortuna. Bem, uma fortuna já implica grande quantidade de bens. Mas o mais grave aqui é que ela continuava doente.A bíblia diz que ela foi vista por muitos médicos. Cada vez que alguém lhe falava de um médico muito bom, com alguma fama, lá ia ela, na ânsia de encontrar quem a poderia ajudar. Quem sabe ela até viajou até outros lugares, para encontrar algum médico de fama. Mas tudo em vão. Por mais famosos que fossem esses médicos, nenhum deles encontrou a cura para essa doença que atormentava aquela mulher.Foram doze anos de sofrimento, que para além da doença em si, se traduziram também em rejeição por parte da sociedade. Naquela época, toda a mulher no seu período menstrual, era considerada “imunda” e não podia ter contacto com ninguém, e nem ser vista movimentando-se pelas ruas. Era escorraçada, como se de um leproso se tratasse. Portanto esta mulher vivia num sofrimento atroz, doente, rejeitada pela sociedade, e quem sabe, se até pela própria família.Mas ela foi à luta. Não se deixou intimidar pela doença, nem pela perseguição. Ela estava muito fraca, não é difícil perceber isso, porque ela estava com perda de sangue permanente, havia doze anos. As suas forças não deviam ser muitas, mas ela teve forças para correr até Jesus.Alguém lhe falou de Jesus. Disseram para ela que havia um homem que andava por ali perto, e que curava as pessoas. Ela nem olhou para trás. Se eu já fui a tantos médicos - disse ela – e nenhum deles me curou, eu vou falar com esse homem. Decidida. Mas o que ela não contava era que Jesus arrastava uma multidão atrás de si, e era quase impossível falar com Ele. Ela estava muito fraca, não podia andar muito, também não podia ser detectada por ninguém que a conhecesse, por causa da sua “imundície”. Corria então muitos riscos. Mas ela não tinha nada a perder, já que estava ali, ela tinha que falar com Jesus. Decidiu então que entraria naquela multidão para ir até Jesus.Depois de já estar metida na multidão, ela teve que “furar” entre as pessoas. Onde arranjaria forças? Então foi, começou a “furar” e, na ansiedade de chegar perto de Jesus, vendo que as dificuldades eram tantas, ela exclamou: vrs 28 “Se tão-somente tocar nos seus vestidos, sararei”. Esta foi uma declaração de fé e de vitória.As palavras que falamos são muito importantes. Se declaramos derrota, já estamos à partida derrotados, mas se declaramos vitória, e fé, vamos alcançar o que ansiamos. A bíblia diz que a nossa boca produz bênção e maldição, mas aconselha a que se não faça assim. (Tiago 3:10 Da mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim).Ao tocar nas vestes de Jesus, imediatamente a sua hemorragia cessou. Cumpriu-se o que tinha declarado com a sua própria boca. Acabou ali o seu sofrimento. Ela nem chegou a falar com Jesus. Depois, quando Jesus quis conhecê-la para lhe dar os “parabéns” pela sua fé e persistência, ela se prostrou diante dele, confessando que tinha tocado suas vestes.Pela fé, Jesus entrou na vida desta mulher. Ele estava ali com ela, mas ela precisou ter fé para receber de Deus o que precisava. Jesus curou-a por causa da sua fé.Podemos aprender muita coisa com esta mulher, mas a mim muito especialmente me toca o facto de que ela nunca desistiu. Doze anos de luta, de desilusões, cada vez que ia a um médico se enchia de esperanças, mas tudo em vão. Deve ter tido muitas depressões, só o facto de não poder sair de casa nem falar com ninguém, era suficiente para uma vida amargurada. Mas não desistiu. Perdeu tudo quanto tinha, todas as suas economias, quem sabe até se ela se endividou, mas nunca desistiu. Ela não deixou “cair” os braços, dizendo se não tenho cura, paciência, não, ela continuou a lutar e quando alguém lhe falava de algum médico lá ia ela.Havia então um médico muito perto dela e que foi a solução para a sua doença. Mas Jesus não é um médico somente, porque um médico apenas detecta a doença e passa medicamentos, mas Jesus, ele detecta a doença e cura na hora. E fá-lo ainda hoje. Qualquer doença não é segredo para Ele. Fala-se muito de “cancro”, de “sida”, de doenças raras, mas para todas as doenças Jesus tem a cura. Jesus é cura, é saúde, é vida.Esta mulher correu para a pessoa certa.Digite aqui o resto do post
A ARCA DA ALIANÇA
A Arca da Aliança, Arca de Deus ou Arca do Pacto (hebraico:ארון הברית aróhn hab•beríth; grego: ki•bo•tós tes di•a•thé•kes”) é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, como também veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. Foi objecto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, que segundo especulações, ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la. continua...
Origem
Segundo o livro do Êxodo, a montagem da Arca foi orientada por Moisés, que por instruções divinas indicou seu tamanho e forma. Nela foram guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança do Deus Yeovahh com o povo de Israel. Para judeus e prosélitos a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.
Construção
A Bíblia descreve a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora. - (Êxodo 25:10 a 16) Para seu transporte, necessário para um povo ainda nômade (nómada), foram colocadas quatro argolas de ouro nas laterais, onde foram transpassados varas de acácia recobertas de ouro. Assim, o objeto podia ser carregado pelo meio do povo.Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foi esculpida uma peça em ouro, formada por doisquerubins ajoelhados de frente um para o outro, cujas asas esticadas para frente, tocavam-se na extremidade, formando um arco, de modo defensor e protetor. Eles se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração (Êxodo 25:10-21; 37:7-9). Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar, também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao lado.Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar a tocar na arca, e apenas o Sumo-Sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel (filisteus), que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente. Diante dessas terríveis doenças causadas pela presença da Arca do Senhor Deus de Israel, os filisteus se viram numa necessidade de se livrarem do objeto de adoração, então, a mandaram para a cidade de Gate, e logo após para Ecron, sendo sempre rejeitada, o que acarretou na sua devolução ao povo de Israel.
Função e simbologia
A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no seu interior, a Arca é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em sua presença dentro do Tabernáculo.Segundo relatos, Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocá-la era um ato severamente punido, inclusive com morte instantânea, razão pela qual existiam varas para seu transporte.
A Arca como instrumento de guerra
A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença de Sua presença ativa fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem o objeto à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros. Mas quando dispensavam-na, sofriam derrotas desastrosas.Ainda restava o assentamento das sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.
A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno
Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel, ainda jovem, recebeu uma revelação divina condenando os mesmos ao julgamento, devido a crimes cometidos.Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Estes, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e o objeto capturado. Os filhos de Eli foram mortos, e este, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.Os filisteus teriam tomado a Arca como despojo de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença do santuário naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorróidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que a arca fosse transportada para Ecrom, outra cidade filistéia. Porém, a população local reagiu negativamente à sua presença, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.
A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão
No início de seu reinado, Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de "oráculo") de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O ambiente passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença do objeto sagrado.
Desaparecimento
A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.Em 587 a.C (ou 607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.Para os católicos que se utilizam da Septuaginta, Escrituras Sagradas na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes e pelos judeus. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a esconder em uma caverna (II MAC Cap. 2)." O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia.Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica." (II Mac, 2, 4-7, Bíblia Ave-Maria).Como os relatos bíblicos afirmam que somente os israelitas descententes de Aarão (Da tribo de Levi) poderiam transportá-la, qualquer não-levita seria consumido por Deus ao tocá-la, por isso é improvável que a mesma tenha sido destruída.
A busca pela Arca
Não há certezas acerca de sua existência ou destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objectos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prémio pela conquista.Uma vez em posse dos babilónicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou conservada como troféu. Babilónia também foi conquistada posteriormente por persas, macedónios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos.De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme Raiders of the Lost Ark (intitulado Caçadores da Arca Perdida, no Brasil; Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, em Portugal).Para muitos a Arca foi trazida pelo filho do Rei Salomão, com a Rainha de Sabá (rainha da atual Etiópia). E está guardada em um templo na Etiópia, onde um único Sacerdote pode vê-la.
Fonte:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Digite aqui o resto do post
Provérbios 2
"Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento; sim, se clamares por discernimento, e por entendimento alçares a tua voz; se o buscares como a prata e o procurares como a tesouros escondidos; então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus.
Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento; ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; e escudo para os que caminham em integridade, guardando-lhes as veredas da justiça, e preservando o caminho dos seus santos.
Então entenderás a retidão, a justiça, a eqüidade, e todas as boas veredas.
Pois a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será aprazível à tua alma; o bom siso te protegerá, e o discernimento e guardará; para te livrar do mau caminho, e do homem que diz coisas perversas; dos que deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos das trevas; que se alegram de fazer o mal, e se deleitam nas perversidades dos maus; dos que são tortuosos nas suas veredas; e iníquos nas suas carreiras; e para te livrar da mulher estranha, da estrangeira que lisonjeia com suas palavras; a qual abandona o companheiro da sua mocidade e se esquece do concerto do seu Deus; pois a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para as sombras.
Nenhum dos que se dirigirem a ela, tornara a sair, nem retomará as veredas da vida.
Assim andarás pelo caminho dos bons, e guardarás as veredas dos justos.
Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela.
Mas os ímpios serão exterminados da terra, e dela os aleivosos serão desarraigados."
Salomão soube escrever sobre estes assuntos porque ele teve uma experiância com Deus neste capítulo da sua vida. Quando o Senhor o chamou para o serviço à sua nação, Salomão achou-se incapacitado para tal, então pediu a Deus sabedoria e foi-lhe concedida. Salomão foi o homem mais sábio da terra naquela época.
Isabel








